Histórico do Símbolo

•Fevereiro 16, 2008 • Deixe um comentário

A historia do smbolo do nosso curso permeia por entre duas mitologias gregas, mais de uma lenda já foi relatada sobre o símbolo da farmácia, porém, todas com a mesma essência: o poder da cura da nossa profissão.
Abaixo são apresentadas algumas das histórias do nosso símbolo:

A Lenda de Hipócrates

A cobra enrolada na taça é conhecida como o símbolo da Farmácia, e tem origem na antigüidade grega. Segundo as literaturas antigas, o símbolo da farmácia ilustra o poder (cobra) da cura (taça). Existe a lenda que conta que uma cobra enrolou-se no cajado de Hipócrates e quando estava para picá-lo, ele olhou para a serpente e disse: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”. Então ele pegou a taça onde fazia misturas de ervas medicinais, colocou leite e ofereceu à serpente, esta desceu do cajado, enrolou-se na taça e bebeu o leite. Desta forma criou-se o símbolo da Farmácia: a cobra envolvendo a taça.

A Lenda do Centauro

Chiron, o centauro. Ao contrário da maioria dos de sua raça, caracterizados pela selvageria e violência, se dedicou aos conhecimentos de cura. Teve como um dos seus discípulo o deus Asclépio (também denominado Esculápio), ao qual ensinou os segredos das ervas medicinais. Asclépio se tornou o deus da saúde e tinha como símbolo um cetro com duas serpentes nele enroladas. Contudo, ele não utilizava seu conhecimento somente para salvar vidas, mas usava seu poder para inclusive ressuscitar pessoas. Descontente com a quebra do ciclo natural da vida, Zeus resolveu intervir. Os deuses entraram então em batalha e Zeus acabou matando Asclépio com um raio. Com a morte de Asclépio, a saúde passou a ser responsabilidade de sua filha Hígia, que se tornou dessa maneira a deusa da saúde. Hígia tinha como símbolo uma taça que com sua promoção foi adicionada por uma serpente nela enrolada. Essa cobra é, obviamente, uma representação do legado de seu pai. Assim o símbolo de Hígia da taça com a serpente se tornou, posteriormente, o símbolo da Farmácia

Histórico da Profissão

•Fevereiro 16, 2008 • Deixe um comentário

Desde os primórdios, plantas foram usadas no tratamento de diversas chagas. Essa medicina primitiva também incluia rituais mágicos e evocação de deuses. Esculápio, deus mitológico da medicina e cura dos males. Segundo o mito, ele era um mortal mas depois do seu falecimento, reconheceram-no com o imortal. Sua filha, Hígia, deusa da saúde, da limpeza e sanitariedade. Seu trabalho era focado mais na prevenção das doenças do que na cura. Usava uma taça para medicar seus enfermos da surgiu o símbolo da farmácia que consiste de uma taça envolta por uma cobra e seu significado é o poder e a cura.  
Muitos filósofos tinha o conhecimento de plantas e substâncias com propriedades terapêuticas. Galeno, filósofo e médico, combatia a doenças com substâncias que atenuavam os sintomas da  moléstia. Foi um dos precursores da alopatia.  A ciência da homeopatia , baseada na teoria do “igual por igual” foi desenvolvida por Paracelso.
A primeira obra ibérica que conta a história da farmácia foi publicada em 1847 . No século XVII, universidades da Espanha implantaram em seus currículos disciplinas sobre a origem do profissional farmacêutico. Em Portugal, no ano de  1886, Pedro José da Silva começou a publicar textos sobre a ciência farmacêutica. Já em 1927 Geoge Urdang definiu o limites da Farmácia.  Seus trabalhos foram importantíssimos para a historiografia dessa ciência e suas idéias influenciaram pessoas na Europa e nos EUA.  Depois de diversos estudos históricos, na primeira década do século XX, foi defendida a primeira tese de doutorado sobre o tema. Com os avanços no estudos sobre a  Farmácia, sociedades sobre o assunto foram criadas e a primeira foi  Societé  d’ Histoire de  la Farmacie na França.
No Brasil, José Anchieta, implantou  boticas ( antigas farmácias) em instituições de ensino. As boticas jesuítas existiam na Bahia, Olinda, Recife, Maranhão, Rio de Janeiro e São  Paulo. Em 1744, a profissão começou a ser fiscalizada. Estoques, produtos químicos e vegetais eram analisados para saber se seu uso era viável.  Em 1886, os boticários passaram ser considerados farmacêuticos.
Em 15 de Fevereiro de 2000 ocorria a Publicação da Portaria Ministerial nº. 149 autorizando o Curso na EMESCAM, tradicional Escola de Medicina , agora Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Ser Farmacêutico!

•Fevereiro 15, 2008 • Deixe um comentário

Fórmulas, extratos, atenção ao paciente, estoques, balcão de drogaria… O farmacêutico é o responsável por tudo que está relacionado aos medicamentos, desde sua produção até a supervisão das vendas. Ele atende e orienta a população, apóia outros profissionais da saúde em relação aos medicamentos, preza pela qualidade dos remédios e pela saúde pública em geral, cria novos fármacos e exerce várias outras atividades nessa área.  

A profissão abre um leque de oportunidades para funções com relação ao uso e à orientação de medicamentos. A finalidade , é ser generalista , para trabalhar em diversas áreas, e saber fazer de tudo.

O estudante dessa área deve ser criativo, ter um pensamento objetivo e uma percepção ampla, além de gostar tanto de ciências exatas, quanto de biológicas.

Como agente de saúde , o farmacêutico, é muito mais que o ‘homem do balcão’. É participar ativamente, seja como ouvinte daquela senhora que vai todos os dias à farmácia, ou como amigo, mas principalmente, como salvador de vidas.

O objetivo da Turma de Farmácia da EMESCAM 2008/1 é buscar todo o conhecimento possível, absorvendo todos os recursos da faculdade nessa nova etapa do conhecimento, nos tornando cada vez melhores e capazes como eternos estudantes e amantes do ensino!